domingo, 18 de maio de 2008

De tempo a momento, de dúvida a incerteza

Wil Scaliante

É hora de poesia,

Mas desde de quando poesia tem hora?

Então é hora de brincar de ser poeta.

Mas desde quanto ser poeta é uma brincadeira?

É hora de parar de falar em hora,

Porque a inspiração vem agora, e não naquela hora.

Não é momento de falar em minutos,

Prefiro ao mais a rapidez dos segundos,

Pois é por ele, que não se percebe a beleza do piscar.

Pois esta nele, a decisão mais rápida de quem se pode amar.

Espere um pouco, desde quando o amor tem tempo certo?

Desde quando uma decisão precisa de tempo determinado?

Ainda bem que ainda tenho tempo,

Mas quem sou eu pra dizer quanto tempo eu tenho?

Talvez não haja tempo pra falar de tempo.

Talvez só haja esse momento pra expressar o que eu penso.

Talvez seja hora de escrever, só pra ver até onde agüento.

Talvez seja hora de parar, pois posso é não agüentar.

Olha eu de novo falando em hora,

Na verdade não tenho noção do que está perto, longe ou demora.

Filosofar, acho que isso é o que pretendo agora,

Mas me diga, quem disse que sou filosofo? Pois sou poeta.

Mas quem disse que sou poeta? Eu sou gente.

Mas quem disse que sou gente? Sou ser vivo.

Mas quem disse que eu vivo? Já posso até ter morrido e você nem sabe.

Mas quem disse que morri? Talvez eu seja um fantasma.

Mas quem disse que sou fantasma?

Talvez em fim, seja essa a pergunta que faltava.

Um comentário:

Marina disse...

Ooooo Meu Deuuuus!=]
meu primo querido agora tá virndo poeta tambéém..
Primo,te deseo tuudo de bom e que cada vez as coisas dêem mais certo pra vcê...
sucesso,talento pra isso é o que não falta!:D
Te amo!Beijos!=*