sábado, 31 de janeiro de 2009

Juventude Petista

Saudações Companheiros e simpatizantes

A JPT de Maringá convida todos os jovens a participarem nesse domingo, 01/02/2009, da nossa primeira reunião do ano de 2009.



Local: sede do partido

Horário: 16:00H


JPT Maringá, Construindo o Futuro...Fazendo o Presente!!!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Estudantes colocam faixa de luto no site em protesto contra morte de trabalhadora‏

O site do movimento estudantil (www.pulacatraca.com.br) está com uma faixa de luto cruzando o canto direito do navegador desde o início desta tarde (29) em protesto pela morte da auxiliar de servços gerais Cleonice Ferreira Gouveia, de 29 anos, que morreu ontem pela manhã atropelada após cair de um ónibus ligeirinho superlotado, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC).
O presidente da União Paranaense dos Estudantes (UPES), Rafael Clabonde, disse que as entidades do movimento estudantil pretendem batizar a luta contra o aumento da tarifa, que subiu de R$ 1,90 para R$ 2,20, com o nome de Cleonice.
Clabonde afirmou que os estudantes querem homenagear a jovem morta ontem e os demais trabalhadores e usuários que sofrem diariamente na Grande Curitiba com os ónibus superlotados e as tarifas caras.
"Ontem foi a Cleonice que morreu, mas poderia ser qualquer um dos milhares de usuários que dependem do transporte coletivo", apontou o dirigente estudantil, que critica o preço da tarifa e a superlotação nos ónibus.

Em Maringá é parecido.
Quem anda nos míseros ónibus de nossa cidade, sabe o quanto é sofrido pagar uma alta tarifa e viver naquelas superlotações. Experimentem a linha 335, após as 6hrs. Um abuso, daqui uns dias vai gente sentado no colo do motorista.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

29 anos de um partido valioso por seus militantes



Companheiros (as),A executiva do PT de Maringá convida todos os filiados (as) e simpatizantes para o 29º ANIVERSÁRIO DO PT.

TORNEIO OU ALMOÇO 9:00Hrs 12:30Hrs

Valor: R$ 10,00

Criança até 8 anos não paga

Dia: 15/02/2009

Local: Sindicato dos Bancários

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Vice-presidente do PT-PE é assassinado na Paraíba

O advogado Manoel Mattos, segundo vice-presidente do PT de Pernambuco, foi assassinado na noite do último sábado (24) por dois homens encapuzados, numa praia da Paraíba.
Mattos era um militante dos direitos humanos e atuou nos sindicatos dos trabalhadores rurais da Mata Norte. Fundou o PT no município de Itambé-PE, foi vereador e presidente da Câmara Municipal daquela cidade.
No período da atuação da CPI da Violência ele foi um dos que denunciaram grupos de extermínio, com participação de policiais militares que atuavam na região de fronteira entre Pernambuco e Paraíba. Em função desta sua militância, viveu um período recente sob proteção policial, pois as ameaças de morte eram constantes. Por volta de um ano atrás a proteção policial foi desativada. e agora tivemos este desfecho trágico da vida de um companheiro dirigente do Partido dos Trabalhadores. Por conta de o crime ter ocorrido no território da Paraíba, competirá à polícia daquele estado a investigação e apuração, mas o presidente do PT de Pernambuco, Jorge Perez, quer que a polícia de seu Estado também participe da busca aos assassinos.
"Entendemos que a polícia de Pernambuco pode e deve auxiliar nas investigações que serão realizadas na Paraíba, já que certamente possui informações importantes que contribuirão na apuração do assassinato", afirmou Perez. Em nota, o PT-PE manifestou sua indignação e protesto, exigindo rigorosa apuração e punição dos responsáveis pelo crime. "À família do companheiro Manoel Mattos, externamos nossos sentimentos de profundo pesar. E a todos os dirigentes e militantes do PT, demais partidos e entidades do movimento social conclamamos a, cotidianamente, continuar na mobilização em defesa da democracia, da justiça e da vida, cobrando das autoridades responsáveis a punição dos criminosos que tiraram do nosso convívio e da nossa luta o companheiro Manoel Matos", diz o texto assinado por Jorge Peres.

Assassinato de dirigente petista exige imediata e rigorosa investigação

Leia abaixo nota do PT sobre o assassinato de Manoel Mattos, vice-presidente o partido em Pernambuco e militante de direitos humanos morto a tiros no sábado (24):
Nota
O Partido dos Trabalhadores manifesta pesar e indignação pelo assassinato do companheiro Manoel Matttos, advogado e militante dos direitos humanos que ocupava a vice-presidência do PT de Pernambuco.
Manoel Mattos atuava especialmente junto aos sindicatos de trabalhadores rurais do Estado, denunciara a existência de grupos de extermínio com participação de policiais militares e fora vítima de várias ameaças de morte.
O PT Nacional se solidariza com familiares e companheiros de luta de Manoel Mattos, exigindo imediata e rigorosa investigação do crime, bem como a punição dos autores e de eventuais mandantes.
Comissão Executiva Nacional do PT

sábado, 24 de janeiro de 2009

Juventude do PT lança cartilhas de formação

A Juventude do PT, em parceria com as Fundações Perseu Abramo eFriederich Ebert, está lançando as cartilhas “Juventude em Formação”;“Êa, Juventude!” e “O feminismo é uma prática”. As publicações sãocompostas pelos textos utilizados como apoio na I Jornada de FormaçãoPolítica (agosto de 2007); IV Seminário da Juventude Negra do PT(fevereiro de 2008) e I Seminário de Mulheres Jovens do PT (abril de2008), respectivamente.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Comentário de Leitor sobre o Bonde do Amor

Já vimos algumas das mudanças revolucionárias do Bonde, como o fato que proibiram os estudantes de usarem os computadores do DCE. Afinal, o DCE não é dos estudantes, é do Bonde. Computador estudante não pode usar, mas mesa de sinuca, aí sim! Pão e circo alguém? Eu prefiro seriedade. O DCE não é lugar de palhaçada. Querem tratar uma questão séria como a repressão policial com palhaçada, pedindo por uma polícia "mais carinhosa." Pode ser legal para dar uma risada, mas quem apanhou da polícia, como apanhei no vestibular de inverno 2008, não acha nenhuma graça. Logo que eleito o Bonde do Amor mostra sua cara verdadeira com a proibição ao uso dos computadores do DCE. E o amor? É feito entre quatro paredes, ao longe dos olhos dos outros, como a política do Bonde

Bartolomeu P. Nascimento

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Quimeras, um piano e o velho comunista

Wil Scaliante
Um cômodo. Uma janela aberta. Brisa que mexe suavemente a cortina. Os últimos raios de sol entram pela fresta da cortina e iluminam um piano de calda. Um velho piano, frente a frente com um velho homem.

Um homem magro, alto, cabelos brancos, pele enrugada, orelhas grandes. O ar de felicidade que o envolve torna aquele momento o mais especial de toda sua ilusória vida. Uma vida marcada por muitas quimeras, charutos e livros comunistas.
Tudo parece estar imóvel. Apenas os dedos do velho homem movem-se de forma que ecoe uma belíssima música. Os que ali estão, escutam atentos nota a nota. A música parece trilha sonora para mais uma de suas histórias sobre a Revolução Cubana, Che Guevara ou a Comuna de Paris.

Os raios de sol começam a sumir. O cômodo aos poucos escurece. O frio que congela as mãos dos ouvintes parece não atingir o pianista. A música que começou suave ganha tom alto, aumentando o suspense.

Toda a cena parece ter um fim ideológico, mas repentinamente a música pára, os aplausos, como é de praxe, soam. Mais o final não corresponde ao esperado. O pianista vira-se para os alunos, sorri, notam-se lágrimas saindo de seus singelos olhos e escorrendo em seu rosto enrugado. Ele coloca a mão em seu peito e, pela última vez, olha para seus alunos, pisca um dos olhos e cai, morto. Agora suas mãos estão geladas, agora seu rosto ganha um tom de seriedade e o ar de felicidade que o envolvia aos poucos se vai, junto de sua alma.

Os alunos assistem perplexos, seus olhos estão nada mais que esbugalhados. Alguns parecem estar aterrorizados, até ensaiam um começo de choro. Outros sentem um ar de felicidade os envolver e deixam a calma entrar em seus corpos. Poucos parecem nada ter entendido. Até que um aluno, com um sorriso na boca e uma lágrima no rosto, levanta e diz:

- Ele tinha prometido compor sua marcha fúnebre! Não havia melhor momento para ser tocada.