quarta-feira, 1 de julho de 2009

Senado secretamente musical

Wil Scaliante

Muita polêmica se faz em torno dos atos secretos no Senado, principalmente quando se diz respeito a nomeação de cargos.
Na madrugada de ontem, em quanto assistia a TV senado percebi que alguns senadores assinaram os atos mas não o tratavam como secreto, ou seja o ato era tão secreto mais tão secreto que se quer o senador que o assinou sabia que era secreto.
Alguns como Garibalde Alves (PMDB - RN) defendem uma ampla investigação sobre as várias denuncias no Senado. Garibalde disse ainda, que coloca a disposição da imprensa todos os atos secretos que assinou.
Os tais dos atos secretos me lembraram uma música dos Garotos Podres, banda de Punk Rock de professores de Filosofia da USP. "Sou um agente secreto, tão secreto que não sei quem sou, a minha agência secreta, é tão secreta que não sei qual ela é..."
Por falar em música novamente o senador Arthur Virgílio (PSDB - AM), como fez em 2003 ao criticar a posição do PT referente as denúncias de irregularidades no estado de Roraima, citou celebre expressão "pode vir quente que eu estou fervendo", referindo-se agora as críticas feitas contra ele pela imprensa. Virgílio disse que responde de acordo com a temperatura imposta. "Se for gelado melhor, mas se não, pode vir quente que eu estou fervendo". Bastante musical esse Senado, não?

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