sexta-feira, 23 de abril de 2010

Na mesa do bar

Wil Scaliante
Ontem uma amiga me contou esse causo, e disse ser verídico.

Dois irmãs (loiras) estavam vendo a novela Caminho das Índias, quando uma pergunta:
- Você sabe qual é a capital da Índia?

Depois de pensar um bom tempo ela responde:
-Dalai Lama

A irmã indigna retruca:
- Sua burra...eu perguntei a capital, não o presidente!

3 comentários:

Anônimo disse...

Pereira está errado. Quando diz considerar que o Comitê Lealdade é periférico incorre sim em equívoco. O mesmo não tinha nada de periférico. Foi legalizado no momento em que o candidato Beto Richa em pronunciamento (vídeos levados ao ar pelo fantástico), disse que alí era a sua casa e que o Gardolinski, como parceiro de campanha iria cuidar d’aquela reduto. Qual reduto? Não era o reduto de sua campanha?. E, nesse reduto vimos farta distribuição de dinheiro que poderia ser público. Outra observação é a de que o jurista possa estar se referindo apenas à eleição majoritária. Entretranto, a compra de vótos favorece substancialmente o Partido pelo qual o Prefeito era candidato, contaminando outossim os votos de legenda para a eleição proporcional, que favoreceu os candidatos a vereadores da coligação que ajudou a eleger Beto Richa. Portanto aquí não se trata apenas da eleição majoritária mas também de toda a chapa dos partidos aliados ao PSDB. Por outro lado e mais grave ainda é o fato de que essa ação criminosa prejudicou sobremaneira o outra coligação que visava eleger outro candidato que tinha já, uma chapa registrada com candidatura a prefeito e vereadores. O crime eleitoral está materializado, bem como o de formação de quadrilha e de caixa dois visto que, o dinheiro não teve origem declarada a justiça eleitoral. Que me perdoe o ilustríssimo jurista Pereirinha

Anônimo disse...

Pereira está errado. Quando diz considerar que o Comitê Lealdade é periférico incorre sim em equívoco. O mesmo não tinha nada de periférico. Foi legalizado no momento em que o candidato Beto Richa em pronunciamento (vídeos levados ao ar pelo fantástico), disse que alí era a sua casa e que o Gardolinski, como parceiro de campanha iria cuidar d’aquela reduto. Qual reduto? Não era o reduto de sua campanha?. E, nesse reduto vimos farta distribuição de dinheiro que poderia ser público. Outra observação é a de que o jurista possa estar se referindo apenas à eleição majoritária. Entretranto, a compra de vótos favorece substancialmente o Partido pelo qual o Prefeito era candidato, contaminando outossim os votos de legenda para a eleição proporcional, que favoreceu os candidatos a vereadores da coligação que ajudou a eleger Beto Richa. Portanto aquí não se trata apenas da eleição majoritária mas também de toda a chapa dos partidos aliados ao PSDB. Por outro lado e mais grave ainda é o fato de que essa ação criminosa prejudicou sobremaneira o outra coligação que visava eleger outro candidato que tinha já, uma chapa registrada com candidatura a prefeito e vereadores. O crime eleitoral está materializado, bem como o de formação de quadrilha e de caixa dois visto que, o dinheiro não teve origem declarada a justiça eleitoral. Que me perdoe o ilustríssimo jurista Pereirinha

Anônimo disse...

3 mai 2010 - 16:11
E, quem autorzou a despeza na fôlha de pagamento da Assembléia? Esse procedimento éra de dominio público nos corredores da Casa há muito tempo. Desde que Hermas Brandão e Rossoni comandavam a Casa. Nunca fizeram nada. O Coaf e o Banco Central tem instrumentos par rastrear as contas bancárias desses dois citados. Além deles o Dep. Nereu Moura, Luiz Carlos Martins, Justus e Alexandre devem ter suas contas devassadas. Aí tem carôço nesse angú. Não é possível que esses caras não sabiam de nada………

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